terça-feira, 10 de maio de 2011

Você tem certeza de que quer ser mãe?



Este texto é em homenagem a todas as boas mães que sofreram como eu para aceitar as inúmeras e gigantescas mudanças que ocorrem em nossas vidas depois da chegada de um filho.

Demorou mas enfim tomei coragem para escrever sobre o assunto que mais me incomodou durante os últimos 3 anos: ser mãe. Não foi fácil! E agora que minha vida está entrando nos eixos, eu me sinto confortável para falar sobre isso.

Neste exato momento em que escrevo, inúmeras mulheres como eu que desejaram ou não ser mães estão sofrendo profundamente com as mudanças e o rumo inesperado que suas vidas tomaram, tudo por causa de um bebê!
Se você ainda não é mãe, tem certeza de que quer ser?
Eu tinha!
Até os 25 anos eu não queria ser mãe. Tinha medo de bebês e crianças. Assim como se tem medo de abelhas, fantasmas, vírus da gripe suína, assaltantes, e por aí vai.
Mas sim, eu tinha certeza. Aos 31 anos!
Escolhi até a data para isso. Sei lhes dizer até em que semana meu óvulo foi fecundado. Tudo foi totalmente planejado (como tudo havia sido por 31 anos em minha vida – esse foi o grande problema!).
A parada da pílula anticoncepcional 4 meses antes (e o uso seguro de outro contraceptivo no período para ter certeza de que não haveria qualquer vestígio de hormônio da pílula no meu corpo), o início da hidroginástica 1 ano antes de engravidar e os exames preparatórios, 2 anos antes de engravidar as conversas com meu marido sobre como cuidaríamos da criança, quais seriam as regras de conduta para educá-la, quantos filhos teríamos (seriam 2), os possíveis nomes e até o que seria acordado caso nos separássemos um dia.
É assim que sempre conduzi a minha vida. Sempre muito argumentativa, organizada, controladora, sistemática e meticulosa,  eu consegui “comandar” minha vida e as pessoas que faziam parte dela para que tudo sempre fosse da maneira que eu precisasse. 
Isto inclui familiares, chefes, namorados, amigos e até vizinhos ...
Ou seja, não tinha como dar nada errado, certo?

Errado!

Tudo muito bem explicado no capítulo 6 do livro “10 princípios básicos para educar seus filhos” do renomado psicólogo americano Laurence Steinberg. 
(Leia trechos deste livro: Clique aqui!)
Por que diabos eu não li este livro antes de pensar em engravidar?
Está tudo lá, todas as explicações do porquê eu ter surtado (literalmente despirocado) depois que minha filha nasceu!
No capítulo 6 intitulado “Ajude seus filhos a se tornarem independentes” o psicólogo explica que: 

“a imposição de limites ajuda os filhos a desenvolverem o senso de autocontrole, e o incentivo à independência os ajuda a promover o senso de autodeterminação"

LIMITES → AUTOCONTROLE
INDEPENDÊNCIA → AUTODETERMINAÇÃO E RESPONSABILIDADE

Adivinhem o que a pequena Adrianinha teve mais na infância? Pois é, minha autodeterminação veio do fato de eu ter tido muita liberdade na infância e adolescência. Em excesso, eu diria. E muito pouco limite!
Como o autor explica, o incentivo à independência (ou seja, dar liberdade para que seu filho faça as coisas por ele mesmo) os tornará responsáveis (e eu sempre fui muito!) mas os limites ensinam o autocontrole, ou seja, ensinam os filhos a lidar com as frustrações. Isto eu nunca havia aprendido até ... um bebê aparecer em minha vida!

É por isso que foi tão difícil viver sem estar no comando. Sim, minhas estimadas leitoras e amigas: depois que se tem um filho é mesmo verdade tudo o que nos contaram: você e seu parceiro podem (e devem) até estar no comando da vida do seu bebê, mas você terá a sensação de que nunca mais estará no comando da sua, esta parecerá um barco à deriva, comandado pelas necessidades do seu bebê e pelo amor incondicional que você sentirá por ele.
Você não poderá mais tomar banho ou ir ao cabeleireiro a hora que quer, comer sossegado (sabe aquele jantarzinho à luz de velas? Será uma doce lembrança), dormir uma noite inteira, ter a brilhante idéia numa sexta às 17h “Vamos pra praia?” ou “Vamos acordar as 3 da manhã e ver o sol nascer em Campos na Pedra do Baú?”. Dá pra entender o drama?
Em um dos meus piores momentos cheguei a dizer a minha irmã que eu me sentia amputada. Minha liberdade havia sido tirada de mim!
Aí deram um nome para esse surto das mães que não estavam exatamente preparadas para serem mães: “depressão pós-parto” que eu prefiro chamar de “não adaptação às gigantescas mudanças que aconteceram na vida da mulher da noite pro dia por causa de um ser de 46cm”.
E aí alguns dirão “mas nenhuma mãe está preparada para ser mãe”. Ah, estará sim! Se eu tivesse lido o capitulo 6 e juntamente com ele feito uma bela terapia, eu teria poupado muito sofrimento.

E todo este texto é sobre isso. 

Minhas queridas amigas que ainda não engravidaram ou estão prestes a parir, comecem já a terapia. Terapia para ser mãe! Descubram que aspectos da sua criação e da sua personalidade podem lhe trazer sofrimento pois maternidade jamais deveria combinar com sofrimento. Também não combina com egoísmo, arrogância e impaciência. Por isso se você, assim como eu,  tem alguma destas características (ou todas!) segura na mãe de Deus e vai ... vai pra terapia. Veja se não está querendo ter um bebê para preencher um vazio, ou pior, porque a sociedade cobra isso dos casais.
E depois, se você estiver realmente segura de que seu desejo é genuíno e de que está preparada para os solavancos, seja muito feliz com seu bebê!

Hoje, já quase “curada”, posso dizer-lhes que minha filha foi o que de mais belo e precioso apareceu em minha vida. E eu poderia ter sido muito mais pra ela estes 3 anos se tivesse me preparado emocional e psicologicamente.

É bom dizer que isto não dura a vida toda. Eu diria que, assim como aconteceu comigo, os primeiros 3 anos são mesmo os mais difíceis. E se seu filho tem um super pai como a minha filha tem, tudo fica muuuuuuuuuuito menos difícil.
Eu estou quase conseguindo tomar banho a hora que quero (até já consegui fazer um escalda-pés com alecrim , alfazema e erva doce um desses dias) e comer mais ou menos sossegada. No cabeleireiro, ela vai junto, e alguém distrai ela passando “rosa chiclete” nas unhas dela. E ela fica tão feliz!!!!

Só não dá ainda pra ver o sol nascer em Campos ... mas daqui a alguns anos, é um compromisso, vamos levar a Isabela, sem falta!

Saiba 10 regras fáceis para educar seus filhos 
Por Laurence Steinberg
Leitura Recomendada




Onde vende o Manual? de Graziela Moretto. 
Clique aqui.





22 comentários:

  1. Tirei nota 10 no teste... mas é claro que só tirei 10 porque fiz aula particular com você! Se vc quiser ver o nascer do sol em casa a Isa nos ajuda no horário de acordar. "Mamãe, pode viiiiiiir?!" Beijo!

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  2. KKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Dri , sei q o negócio é serio mas o seu " segura na mão de Deus e vai ... vai p terapia " foi comico ...

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  3. Fernanda Damiani10 de maio de 2011 22:37

    Gostei do texto! Acho que um filho é sim trabalho dobrado, nunca mais dormir direito, ter mil vezes mais responsabilidade e seguir uma rotina mais do que nunca. Mas a experiência de poder passar o que você tem de bom para um "serzinho" e poder ter a chance de criar um ser humano digno, que possa fazer algo de bom para alguém ou então para "muitos alguéns" e de ter um amor incondicional, aonde vc muda tudo e todos por ele deve ser maravilhoso.
    Por enquanto eu quero ter filhos.. mas sim, lá pros 28! hahahahahaha

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  4. "Crie filhos em vez de herdeiros."

    "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."

    "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."

    "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."

    "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."

    "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

    "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."

    "Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."

    "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"

    "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."





    E para terminar:



    "Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.



    Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."

    Enviado por e-mail por Luciana Chieffi

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  5. Dri,

    Finalmente posso compartilhar esse sentimento que também me assombrou durante 2 anos. Nunca achei que fosse ser tão difícil a fase dos 2 aos 4 anos da minha Isabela. Justamente esse sentimento de indisponibilidade de tempo para mim mesma. Muito ruim, mas que nos serve de lição e nos dá uma alegria imensa ao ver que quando passa o pior, temos uma criança linda, saudável e inteligente nos enchendo de beijinhos e dizendo: "Você é a melhor mãe do mundo!"...Isso não tem preço!!!
    Eu que sempre trabalhei no varejo, precisava ter "disponibilidade de horário", não tive outra opção a não ser deixar de lado a profissão e achar alternativas.. Muito difícil e frustrante para alguém que sempre estava pronta para mudanças (em todos os sentidos)...
    Fico distante das minhas amigas e sinto muita falta de trocar experiências nesses momentos de crise... Um beijo e seja muito feliz nessa nova fase.. Nós merecemos!

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  6. Gente, sou mãe há apenas 4 meses, mas posso dizer que foram 4 meses de intensa felicidade!
    Sempre tive o sonho de ser mãe e quando meu marido e eu decidimos "engravidar", pensamos em muitas coisas... quando veio o resultado positivo, tudo mudou! Como meu marido costuma dizer: "a vida dá uma volta de 360ºgraus, mas é a coisa mais maravilhosa do mundo!" Tive de abrir mão de ótimas propostas de trabalho, de vontades e desejos, tudo para ficar mais tempo com minha princesa, pois quero estar perto dela e educá-la, não terceirizar sua educação. Porém, até o momento, não me arrependo de nada! A Giovanna é a maior bênção que Deus colocou na minha vida. A vinda dela só uniu mais meu marido e eu. Deus tem sido muito misericordioso e agradeço todos os dias a Ele pela bênção de poder ser mãe!
    E sim.... minha Giovanna tem um pai MA-RA-VI-LHO-SO!!!
    Bjos

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  7. Muito bom o texto,Dri!As pitadas de humor são fantásticas..hehehe. Fico feliz em saber que você já está "quase" curada...rs.
    Encaminhei esse link para algumas amigas e tenho certeza que será muito útil!!
    Lindo o que você postou do José Saramago!
    Beijo grande! =)

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  8. Amei Dri....

    Fico feliz de saber que as coisas estão finalmente nos eixos...hehe

    bjinhos

    Enviado por Kátia Solar

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  9. "Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!" José Saramago

    Enviado por e-mail por Luciana Chieffi

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  10. Conversei mto com a minha família sobre o seu artigo.. Poucas pessoas, principalmente homens, param pra pensar no qto um filho muda a vida da mulher.. Acho que antigamente as mulheres cresciam cheias de limitações, proibições.. Não tinham mta liberdade de escolha. Ter filhoS (sempre no plural) era um objetivo de vida. Nós crescemos pensando em estudo, viagens, cultura.. com tanta independência. E qdo temos um filho perdemos grande parte da nossa liberdade. Não é fácil mesmo. Mas as coisas melhoram bastante com o tempo, como vc mesma escreveu. Nossos filhos passam a ser grandes companheiros. E nós nos acostumamos a conversar e ouvir o que eles fazem ao mesmo tempo, a dormir cedo, a assistir desenhos, a escolher restaurantes que tenham brinquedoteca..
    Espero que vc possa curtir cada vez mais essa grande missão que é ser mãe!

    Enviado por Nídia via e-mail

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  11. Belo texto! Já era e continuo sua fã!

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  12. Dri, gostei muito do texto...
    Eu, já com 31 anos, sofro com essa obrigação social de que precisamos ser mãe etc...
    Mas infelizmente não consigo me imaginar com um bebê ainda...sei que a idade tá passando, já namoro há quase 5anos...mas ainda quero viver muita coisa sozinha...felizmente ou infelizmente...sei lá...
    Fico feliz com suas mudanças e superações...
    Beijo grande
    Dri (Adrianinha)

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  13. Olá Adriana, tb gostei muito do seu texto. Eu ainda estou no dilema de filhos, e poder compartilhar experiência como essa é muito bom para nos preparar. Eliane :)

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  14. Oi, Dri. Como uma amante das palavras, confesso que me emocionei com a propriedade e intensidade com que as suas tocaram meu coração. E com a mesma facilidade que ouvimos a notícia de que uma criança foi jogada nos entulhos daquela tal obra, obviamente nos revoltamos, mas temos a chance de olhar para nossos filhos, emocionados e agradecidos a DEUS por ter tido o privilégio da maternidade. Somos abençoadas, Dri, e vitoriosas. Creia nessas palavras, prima. Beijos cheios de carinho. Cristiana Chieffi Albuquerque

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  15. Tenho 3 filhos, o mais velho com 24 anos e o mais novo com 5 (pois é...), e o texto transmite uma experiência muita similar a que tive com o meu 1.o filho. Com o passar dos anos, e dos filhos, percebi que me desesperei na época porque não tinha sentido do TEMPO - assim com maiúsculas mesmo. Ou seja, naquele momento aquela experiência parecia eterna, aquele bebê parecia eternamente bebê. E eu estava imersa (ou afundada?) em noites mal dormidas, falta de liberdade e crises de choro (dele, não minhas). Mas aquele filho cresceu e seu crescimento me ajudou a construir a noção do TEMPO - aquele 1.o ano é mesmo muito pouco tempo no correr da minha vida e, se tivesse sabido, teria me libertado para poder melhor viver aquela experiência, naquele momento, com aquela criança. Porque o que veio antes do 1.o filho foi vivido e aprendido, mas o que veio com o 1.o filho é realmente o novo e diferente. E dura pouco. A vida toda é assim - a sorte é que a experiência do primeiro ajuda no(s) que vem depois.

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  16. Oi, Dri, posso dizer que não há experiência mais gratificante que ser mãe! É sem dúvida nenhuma um ato de muuuuuita coragem, mas que vale muitíssimo a pena, pode ter certeza!
    Bj, adorei conhecer seu blog!

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  17. Brilhante texto. Claro que não é igual para todo mundo, mas quem falar que nunca, pelo menos por um segundo lamentou ou deprimiu pela liberdade perdida esta contando uma enorme lorota.
    E acho que ser uma mãe é ainda mais conflitante, porque tua cabeça com formação e base psicólogica sabe exatemente como dever ser a educação de um filho , mas unir esse lado com o coração, medo e zelo materno é megaaaa complicado. Nunca imaginei que teria tanto medo de deixar meus filhos irem num simples passeio escolar por exemplo.
    Costumo dizer que ser mãe é a pior e a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. No meu caso, não por lamentar a liberdade que se foi, mas sim pelo medooooo que me dominou. Medo que se machuque, que sofra , que morra, que suma , que roubem e sabe-se lá mais o que.
    E olha que também precisei de terapia, tomei antidepressivo por meses, pra aprender a lidar com esse medo que de repente invadiu a minha vida junto com a maternidade. Totalmente curada não estou , e acredito que jamais estarei. Ainda passo longe de assinar uma autorização de passeio escolar, mas um dia chego lá.
    Parabéns pelo blog, vc escreve divinamente!

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  18. Que texto... Não sei se lindo, mas com certeza muito real. Todas passamos por isso mesmo. A minha filha não foi planejada, então as mudanças vieram no susto.
    Mas como você disse, basta nos adaptarmos, porque os filhos são uma parte maravilhosa demais da vida, por isso conseguimos abrir mão. Pode até ser sofrendo, mas em cada sorriso vem aquele pensamento: "Vale a pena!"
    Beijo, Dri!

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  19. Eu concordo que é necessário preparo sim, é uma mudança muuuito grande e sim um choque. Com o meu segundo filho é tudo muito mais fácil, porque a primeira foi minha terapia...rs Hoje consigo fazer as coisas tranquilamente, planos, tomar banho...sem me desesperar..rs mas é preciso estar preparado, pensar que é uma nova etapa da sua vida, nada será como antes mas, será melhor em muitos outros aspectos...acredito que há uma recompensa para cada perda...

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  20. Q text lindo!!!!! Como vc escreve bem !!!!! Adorei!!!!!!

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  21. Qdo escrevemos elaboramos algumas questões. O seu texto é perfeito, diz de uma mãe real, diferente daquela de a propaganda de tv fica vendendo, fala de um pessoa de verdade. Do qto é caro psiquicamente as nossas escolhas. Desmistifica e ajuda outras pessoas. Parabéns!

    Luciana Fabricio Nakamura Via Facebook

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  22. Ligia Pacheco (Revista Pais e Filhos) em seu blog FILHOsofar:

    "Concordo Adriana. Preparar-se é fundamental. O conhecimento aumenta nossas percepções e com elas nossas chances de acerto. E gostei muito da sua postagem: "Vc tem certeza de que quer ser mãe?" Pois, ser mãe não é mesmo uma brincadeira. Melhor entender primeiro e ver se aguenta o tranco. rsrsr. bjs e obrigada pelos comentários"

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