sexta-feira, 17 de junho de 2011

A cor do seu carro


A cor do seu carro

Você sabia que existem pesquisas que procuram estudar a relação entre a cor de seu carro e sua personalidade?

Parece que quando escolhemos a cor de nosso carro esta escolha não é aleatória. Somos atraídos pela cor que melhor reflete nossas emoções e nosso jeito de agir. A partir daí, o nosso jeito de conduzir o veículo também sofrerá influência desta escolha.

Agora vamos fazer um teste:

1)    Pense na cor que você mais gosta
2)    Pense na 2ª cor que você mais gosta
3)    Pense na cor que você menos gosta

Para Elaine Marini, pesquisadora de cromoterapia (terapia das cores) e autora do livro Cromoterapia – Dicas e Orientações de como as cores podem mudar sua vida (Editora Nova Era – Record)


“As cores influenciam na personalidade de acordo com a preferência. A primeira cor de preferência de uma pessoa refere-se aos aspectos da personalidade real dela, ou seja, como ela se mostra para os outros. A segunda cor de preferência refere-se aos objetivos da vida, ou seja, o que se almeja da vida. A cor que a pessoa não gosta refere-se às frustrações da vida. Mas é importante destacar que as cores preferidas mudam de acordo com o momento emocional da pessoa” 

Depois de ler um pouco sobre o assunto e analisando as pessoas que conheço e as cores de seus carros, você sabe que eu acho que faz sentido?

Mas eu, por exemplo, só tive carros de cor prata na vida e gostaria muito que as afirmações da pesquisa para essa cor tivessem a ver comigo, como você verá a seguir.

Para a autora, nem precisa ser bom observador para notar a supremacia de carros de cores preta e prata – e todas as suas nuanças. Isso significa que a maioria das pessoas tem personalidade muito parecida? Não, exatamente. Mas significa que essas pessoas têm, ao menos, uma característica determinante em comum: o conservadorismo, o desejo de manter uma tradição, de se evitar mudanças. No caso dessas cores, o aspecto principal a se manter é o da sobriedade. E de garantir a “venda fácil” do carro, pois há uma lenda estabelecida de que qualquer cor diferente daquelas pode dificultar a revenda.

Por esse motivo, as revendas preferem apostar no preto ou no prata e correr menos risco de ter carros encalhados no estoque – o que gera um círculo vicioso. O cliente vai à loja pensando em comprar um carro vermelho. O vendedor, no entanto, lhe informa que nessa cor não tem o produto para pronta-entrega e que o encomendará à fábrica. Logo, demorará a chegar. Mas se o cliente não quiser esperar, tem o mesmo carro na cor prata. E lá se vai mais um “monocromático”. A Fiat, por exemplo, oferece uma extensa lista de opção de cores para seus modelos – o Stilo tem 12. Mas quais dominam? De acordo com o pessoal da fábrica, 70 % dos Stilo são vendidos nas cores prata/preta. É louvável o fato de que a versão Schumacher, oferecido apenas em vermelho ou amarelo, represente 60 % das vendas entre as versões 16V. Talvez sinal de que “nem tudo está perdido”.

Agora, se sua preferência por esses tons vem do fundo do coração, conheça seu significado e o que ele diz sobre você:

Prata: o simbolismo do prata é bastante semelhante ao do Branco – tanto o lado positivo quanto o negativo. Está associado a verdade, beleza, integridade e pureza e também a monotonia e dispersão.

Preto: apesar de presença do preto nas roupas poder significar também uma personalidade anti-social, os que optam por carros dessa cor gostam de passar a imagem de sobriedade, responsabilidade e respeito às normas estabelecidas, além de autoridade e tradicionalismo. Geralmente, são pessoas que também gostam de parecer misteriosas e têm dificuldade de demonstrar o que sentem.

Mas fuçando na net eu descobri que um estudo da seguradora britânica Churchill Insurance revelou que carros pretos são os que mais se envolvem em acidentes, especialmente graves! Seus condutores, assim como os que preferem os carros vermelhos são os mais agressivos no trânsito.


Vermelho: motivação, persistência, vontade e paixão são algumas das características que definem essa cor. Ter escolhido um carro vermelho sugere que você tem iniciativa, disposição e energia para agir, resolver problemas, criar soluções e viver de forma intensa. Você gosta de chamar a atenção e parecer forte. Outro traço é a tendência de ser rancoroso, briguento e, às vezes, expressar-se com raiva ou agressividade.

Laranja:  coragem, desejo de aventura, criatividade, confiança e necessidade de transformações na vida estão na alma dos apaixonados por essa cor. Divertido e entusiasmado, os donos de carros de cor laranja costumam ser a companhia que todos querem por perto. Um carro com essa cor denuncia também uma tendência ao exibicionismo e desejo de controlar pessoas e situações.

Amarelo: otimismo, esperança e atração pelo conhecimento refletem o temperamento dos que optam pelo amarelo. Quando se vê um carro dessa cor, logo se imagina um motorista jovial, alegre, original e capaz de tomar decisões segundo suas próprias idéias. Tem de se ficar atento, porém, à propensão ao isolamento e ao comportamento vingativo. (Exceção para os táxis do Rio de Janeiro, que são amarelos).

Verde: calma, tranqüilidade e busca do equilíbrio traduzem os fãs do verde. É uma cor associada também à natureza e ao ambiente harmônico. Optar por esta cor pode denotar motoristas que se importam muito com a segurança, que preferem o anonimato e buscam a justiça. Por outro lado, o espírito livre e cooperativo tende, às vezes, a contrastar com a avareza, a indiferença e a estagnação, ou seja, pessoas que não dão ponto sem nó.

Azul: “eu quero paz!”. Este poderia ser o lema dos amantes do azul, que preferem a quietude, a tranqüilidade e são mais voltadas para a razão do que para a emoção. Desconfiar de que a vida é mais do que ela apresenta, ser reflexivo, sereno e leal são qualidades que também podem estar presentes no perfil desse motorista, os menos estressados do trânsito. Ter inclinação ao devaneio, à solidão e inação são posturas que estão do outro lado da balança.

Roxo: respeitar a si mesmo deve ser a principal virtude do motorista que opta por essa cor, além de dignidade, auto-estima e dons criativos. O roxo remete à prosperidade e à criatividade. Sendo a cor típica da realeza, sugere o gosto pelo nobre e pelo sublime. O lado negativo está no orgulho exagerado, na arrogância e em uma falsa concepção de superioridade sobre os demais.

Magenta: maturidade aliada à capacidade de amar são os potenciais dessa cor, que une também dedicação, comprometimento, capacidade de compreensão e habilidade para administrar quaisquer assuntos. Sensual e afetuoso, dificilmente um apaixonado por essa cor é do tipo que arruma confusão no trânsito. O aspecto negativo do magenta pode acarretar arrogância, desejo de monopolizar os outros e egoísmo.

Branco: clareza, verdade, pureza, paz e limpeza são alguns das qualidades que podem ser encontradas em quem compra um carro branco. Por captar a energia solar, o branco é vibrante e estimula os sentidos. Em seu aspecto negativo, pode representar inclinação à monotonia e à dispersão. Ao menos em São Paulo, o desejo de não ser confundido com um táxi certamente interfere na escolha por essa cor.

Marrom: estabilidade é a principal característica dessa cor. Associado à terra, o marrom pode simbolizar o desejo de construções sólidas, de bases firmes, enraizadas. Por ser o resultado do preto com o vermelho, o marrom abarca também características das duas cores: autoridade, motivação, comprometimento. Pessoas que preferem essa cor são dedicadas ao trabalho, aos amigos e à família, além de terem a capacidade de ir fundo em qualquer situação, de forma simples. No lado negativo, pode significar insegurança e instabilidade.

Dourado: o dourado está, historicamente, associado à realeza, à prosperidade. Como cor quente, favorece as emoções, o ardor, indicando um temperamento estimulante e excitante. As cores luminosas indicam também uma postura mais otimista frente à vida. O lado não tão glamoroso dessa escolha por ser a busca exagerada por status e a necessidade de provar superioridade.

E então, você concorda?








segunda-feira, 13 de junho de 2011

A Vida Urge



Estimado Senhor, 

Agora não! 
Por favor!
Piedade!

Ainda tenho que aprender a falar Francês e
conhecer a Bélgica e a Suécia, lembra?

Agora não!
Agora que eu estou entendendo 
como funciona ...
que estou pegando o gostinho pela coisa!

Agora não!

Ainda quero ter mais um bebê e chamá-lo de netinho, por favor!
E dar pitacos na escolha de seu nome ...

Quero comemorar bodas de ouro (as de diamantes não me interessam pois não quero ir desdentada e de bengala pra essa festa).

Ainda há 7 livros com leitura inacabada em meu criado-mudo e eu
acabei de decidir o papel de parede 
da sala ... 3 anos de espera!!

Eu nem terminei meu jardim, você sabe, ainda faltam os bancos e o pergolado cheio de primaveras!

Agora não!

Deixa esta vontade de viver continuar ... 
é tão bom sentir o vento no rosto ...
exatamente como o anjo de "City of Angels
tanto sonhou sentir!

Ouvir "eu te amo" e dormir num abraço ...

Espera as bodas de ouro ...
vamos ficar combinados assim, tá bom?





Dedico este post à amiga mais maravilhosa que já tive, 
a que me ensinou mais sobre sentir o vento tocar o meu rosto. 
A você Andréa, minha querida!!!!!








domingo, 12 de junho de 2011

O Amor


"Amar: 

Fechei os olhos para não te ver e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca
fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro."

Mário Quintana


Eu te amo, meu Amor.
Obrigada por tudo que você mudou para melhor em minha vida com seu Amor.




quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cheiro de Vó




Como razoavelmente boa representante do sexo feminino, vira e mexe eu tenho vontade de comer aquele docinho, sabe? Eu disse “razoavelmente boa representante do sexo feminino” porque diferentemente da grande maioria das mulheres eu não gosto de chocolates e não ligo para bolsas, sapatos e perfumes (para grande alívio do meu marido!)

Porém, de vez em quando acontece uma coisa engraçada comigo. 
Me dá um siricutico e eu fico com uma vontade louca de comer por exemplo rabanete, acelga, amêndoa, brócolis, feijão branco, grão-de-bico ... comidas nada atraentes, convenhamos. 
Dizem que é nosso corpo implorando por algum nutriente presente naquele alimento.

Mas nos últimos dias um siricutico diferente me visitou. Estou sentindo falta de cheiro de Vó. O pior: não sei qual é, não conheci as minhas Avós. 
Mas como já disse, é meu corpo implorando por algum nutriente.

Quando era pequena eu assistia ao Sitio do Pica Pau Amarelo (aquele maravilhoso dos anos 80) e sonhava em ser neta da Dona Benta. 
Ela representava exatamente o que era ser Avó na minha imaginação.

O cheiro de Vó pra mim há de ser diferente do cheiro da mãe porque não tem cheiro de tensão, preocupação, pressa e culpa. Há de ser um cheiro aveludado  e doce como o da mãe, mas cheio da presença de um certo relaxamento, do tipo “sei o que estou fazendo, tudo dará certo”.

A Avó há de ter cheiro de terra molhada, bolo saído do forno, campos de alfazema, cafuné, algodão doce, comida gostosa feita no forno à lenha, cheiro de um lindo bordado, de paciência, de sabedoria, de cobertor quentinho num dia de inverno, cheiro bento, cheiro de Dona Benta ...
Cheiro de zelo e saudade.

Que vontade de cheirinho de Vó!



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